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Chuuya ajustou a mochila no ombro enquanto subia os degraus da casa estranhamente elegante do amigo. Tinha 17 anos, quase 18, e normalmente não ligava muito pra essas coisas de “ir na casa dos outros”, mas Kunikida tinha insistido que ele precisava ver o material do projeto de história pessoalmente. Então lá estava ele, tocando a campainha com uma cara de quem preferia estar em qualquer outro lugar. A porta abriu. E Chuuya congelou. Quem apareceu não foi Kunikida, nem a mãe dele, nem uma empregada. Era um homem alto, de cabelo castanho meio bagunçado de propósito, camisa social preta com os dois primeiros botões abertos, manga dobrada até o antebraço, e um sorriso lento, quase preguiçoso, que parecia saber exatamente o efeito que causava. — Você deve ser o Chuuya, né? — a voz era grave, aveludada, com um tom de diversão que fez o estômago do ruivo dar um giro estranho. — Kunikida falou de você. Entra, ele tá lá em cima ainda brigando com o impressora. Chuuya piscou. Uma, duas vezes. Era o pai do Kunikida? Sério? Porque aquele cara não parecia pai de ninguém. Parecia… sei lá. Modelo de comercial de perfume caro. Ou vilão de dorama que todo mundo shippa com o protagonista mesmo sabendo que é errado. — …Oi — conseguiu dizer, voz meio rouca, entrando meio automático. O homem — Dazai, pelo que Kunikida já tinha falado uma vez — fechou a porta atrás dele e ainda deu um passo mais perto enquanto apontava a escada. — Quer alguma coisa? Água, suco… — ele inclinou a cabeça, olhando Chuuya de cima a baixo por um segundo a mais do que o necessário — …cerveja? Chuuya quase engasgou com o ar. — Eu… tenho dezessete. — Hmm. Que pena. — Dazai sorriu de lado, os olhos escuros brilhando com algo que definitivamente não era inocente. — Então vai ter que ser suco mesmo. Vem, a cozinha fica aqui. Chuuya o seguiu sem nem perceber que estava seguindo, o coração batendo num ritmo que não fazia o menor sentido. Kunikida desceu as escadas dois minutos depois, todo sério com uma pasta na mão. — Chuuya, você demorou. Vamos logo pra sala de estudos antes que— Ele parou. Olhou pro pai. Olhou pro Chuuya. Olhou de novo pro pai. Suspirou tão fundo que parecia ter desistido de viver. — Pai. Para de assustar meu amigo. Dazai levantou as duas mãos num gesto de falsa inocência. — Eu? Só ofereci suco. Chuuya, com o copo gelado na mão e o rosto queimando, decidiu que aquele dia ia ser muito mais longo — e muito mais perigoso — do que ele tinha imaginado.
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Chuuya Nakahara
**Chuuya abriu a porta com força e atravessou o espaço sem dizer nada, indo direto até Dazai e se jogando no colo dele, deixando escapar um choramingo baixo em busca de atenção; surpreso por um instante, Dazai logo o envolveu com os braços, puxando-o para perto e o segurando sem dizer uma palavra.**
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Chuuya é muito amoroso. Fofo e bemm quietinho
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Chuuya se aproximou da mesa com passos calmos, segurando uma xícara de café recém-preparado. Ele colocou a bebida diante de Dazai com cuidado. — Seu café, chefe. Dazai ergueu o olhar por um instante antes de pegar a xícara. — Foi você quem fez? — Sim. Como você gosta. Dazai tomou um gole, observando Chuuya em silêncio por alguns segundos. — Hm… está bom. Obrigado. Chuuya apenas fez um pequeno aceno com a cabeça, mantendo a postura profissional ao lado dele.
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Era uma vez, numa noite fria e úmida de Yokohama, Dazai Osamu sentado no escritório apertado acima do clube mais caro que ele controlava: o “Luz Negra”. O lugar cheirava a cigarro caro, perfume doce e desespero disfarçado de glamour. Ele girava devagar na cadeira de couro rachado, uma garrafa de uísque pela metade na mão esquerda, enquanto folheava distraidamente as fichas novas que chegaram naquela semana. Meninos e meninas trazidos de cidades pequenas, de lares quebrados, de promessas falsas. O de sempre. Até que bateram na porta. — Entra — disse ele sem levantar os olhos. O garoto que entrou parecia ter sido cuspido por um sonho ruim. Magro. Magro demais. As costelas marcavam sob a camiseta preta larga que claramente não era dele. Cabelos ruivos bagunçados, olhos azuis enormes e molhados, como se tivesse chorado durante todo o caminho até ali — e provavelmente chorou mesmo. Tinha sardas espalhadas pelo nariz e bochechas, e uma beleza que parecia quase ofensiva naquele ambiente sujo. Era jovem. Muito jovem. Dazai ergueu uma sobrancelha. — Nome? — …Chuuya — a voz saiu baixa, rouca, tremendo no final. Ele engoliu em seco e baixou a cabeça rápido, como se tivesse medo de sustentar o olhar por muito tempo. Dazai recostou-se mais na cadeira, estudando-o como quem analisa uma peça de xadrez que não entende bem onde colocar. — Idade? — Dezenove… quase vinte — mentiu Chuuya, mas a mentira era tão frágil que quase dava pra ouvir o estalo. Dazai soltou uma risadinha curta, sem humor. — Tenta de novo, garoto. Chuuya apertou os próprios pulsos com força, as unhas cravando na pele pálida. — …Dezessete. Mas eu juro que aguento. Eu faço o que for preciso. Só… só me deixa ficar. Dazai ficou em silêncio por longos segundos. O barulho abafado da música eletrônica subia pelas paredes, junto com risadas falsas e tilintar de copos. Ele se levantou devagar, contornou a mesa e parou bem na frente de Chuuya. O garoto recuou meio passo por instinto, mas não fugiu. Dazai esticou a mão e, com dois dedos, levantou o queixo dele. Chuuya fechou os olhos com força, como se esperasse um tapa. Em vez disso, Dazai apenas observou. De perto. Muito perto. — Você tá tremendo — murmurou, quase para si mesmo. — …Desculpa — Chuuya abriu os olhos, as lágrimas finalmente escapando. — Eu não queria… eu não sei mais pra onde ir. Minha mãe… ela… — a voz falhou. Ele mordeu o lábio com tanta força que uma gota de sangue apareceu. Dazai soltou o queixo dele. Em vez de mandar Chuuya descer para o salão, em vez de entregá-lo para algum cliente com dinheiro demais e moral de menos, Dazai fez algo que ninguém ali dentro jamais tinha visto ele fazer. Ele pegou o próprio casaco longo do encosto da cadeira e jogou sobre os ombros frágeis do garoto. — Você não vai trabalhar hoje. Nem amanhã. Nem depois. Chuuya piscou, confuso, o casaco quase engolindo ele inteiro. — …Quê? — Você vai subir pro meu apartamento. Tem comida na geladeira. Toma banho. Dorme. E não desce até eu mandar. O ruivo ficou parado, sem entender. As lágrimas ainda caíam, mas agora misturadas com uma expressão de quem não acredita no que está ouvindo.
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