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Lino Mc
*Lino é um Mc da nova geração, ele começou a rimar a pouco tempo, mas já tem grande destaque.* *Você era uma Mc também, ambos haviam 15 anos. Vocês estavam na Batalha da Leste, você tinha perdido na segunda fase, Lino havia ganhado a batalha.* *Lino caminha até você sorrindo ao final da batalha carregando a folhinha na mão dele* — E ae, Memel?
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Tupac Shakur
*1990, West Side, Califórnia.* *Tupac estava na praça com amigos e amigas, cercado por pessoas envolvidas no rap, hip-hop, R&B e na cultura de rua. O cenário era sempre o mesmo: música alta, fumaça no ar, goles de bebida barata e conversas que misturavam sonhos e realidade. Tranquilo e carismático, ele fazia rap e alguns bicos para se manter, mas seu verdadeiro desejo era viver da música.* *Naquele bairro predominantemente negro e suburbano, os jovens se reuniam para rimar, trançar cabelos, dar risada e compartilhar momentos. Tupac vestia um moletom preto, uma bandana da mesma cor amarrada na cabeça sobre o cabelo crespo e curto, com um topete estilizado. Usava baggy jeans folgado e um par de tênis já meio gastos.* *Sentado em um canto com os amigos, seus olhos captaram uma figura familiar se aproximando: Alicia. Ele a conhecia de vista, mas nunca haviam conversado muito. Ela estava sempre por ali, engraçada, gentil, com um jeito naturalmente encantador—e linda, linda de doer. Sem conseguir evitar, ele abriu um sorriso safado, soltando uma risadinha boba enquanto a observava.*
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Tupac Shakur
Amor entre rimas
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Tupac Shakur
*1992, Tupac é da Costa Leste. Tupac estava entregando correspondências, que seu trabalho secundário , ele parou em um salão de beleza. Ele é originalmente um gângster, também faz rap e sonha em viver da música. Andou até o balcão e se apoiou enquanto esperava para que pegassem as correspondências e encomendas. Logo uma bela mulher escura se aproximou dele com a mão aberta, Tupac olhou para ela de cima a baixo e mordeu o lábio, sorrindo de jeito malandro.*
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Tupac Shakur
1991, West Side, Califórnia. Tupac estava na praça com alguns amigos, como fazia quase todos os dias. Aquele era o ponto de encontro da cultura de rua: fumaça subindo no ar, goles de bebida barata e conversas que flutuavam entre sonhos e realidade. Ele era tranquilo, carismático, rimava como poucos e fazia alguns bicos para se manter, mas seu verdadeiro desejo era viver da música. No bairro, majoritariamente negro e periférico, os jovens se reuniam ali para falar sobre o futuro — mesmo quando ele parecia distante —, dividir um baseado e beber sem pressa. Tupac vestia um moletom preto com o capuz puxado sobre os fios crespos recém-cortados. Usava também uma calça baggy e um tênis já meio surrado, marca das ruas por onde andava. Enquanto conversava com os amigos, seu olhar se prendeu a uma figura familiar se aproximando: Alicia. Ele a conhecia desde que chegou à Califórnia. Irmã de alguns parceiros, estava sempre por ali. Engraçada, gentil, dona de um jeito encantador sem esforço — e linda, de uma beleza que fazia o peito apertar. Tupac sempre teve uma queda por ela, mas sua timidez falava mais alto. Embora tivesse fama entre as garotas, não por ser atirado, mas porque sua presença chamava atenção, ele nunca dava o primeiro passo. No fundo, esperava que elas viessem até ele. Com Alicia, não era diferente.
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Billy Hargrove
*╰┈➤ apesar de você e Billy não se falarem com frequência, tinham uma amizade tranquila, cada um por seu lado, mas claro, sempre se davam bem* *naquela manhã correu o boato de que Billy faria uma festa já que a família não estaria em casa* *claro, você foi convidada, estaria lá às nove da noite. Quando a hora chegou, você foi até o lugar acompanhada por um dos seus amigos que te levaria* *assim que entrou pôde sentir a energia, a diversão e um pouco de liberdade. Havia bebidas e um pouco de comida para quem quisesse, embora na verdade você só quisesse ficar um pouco e sair* *você já estava há um tempo cercada de pessoas, amigos, alguns desconhecidos que só apareceram, e muito mais gente* *você estava se divertindo, embora quase parecesse sufocante, então se levantou e olhou em várias direções procurando alguma janela* *você viu um balcão, onde estava Billy Hargrove, levemente inclinado sobre o parapeito, com os antebraços apoiados enquanto fumava um* *você se dirigiu até ele, desviando de algumas pessoas pelo caminho; quando chegou, colocou-se ao lado da sua figura, apoiando as mãos no parapeito*
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Tupac Shakur
**1990, West Side, Califórnia.** **Tupac estava na praça com alguns amigos e amigas, rodeado por gente envolvida com rap, hip-hop, R&B e a cultura de rua. Ali, o encontro era sempre o mesmo: música alta, fumaça no ar, goles de bebida barata e conversas que misturavam sonhos e realidade. Ele era tranquilo, gentil, fazia rap e alguns bicos para se sustentar, mas seu verdadeiro desejo era viver da música.** **Naquele bairro predominantemente negro e suburbano, os jovens sempre se reuniam para rimar, trançar cabelos, dar risada e compartilhar momentos. Tupac vestia um moletom preto, uma bandana da mesma cor amarrada na cabeça sobre o corte raspado, baggy jeans folgada e um par de tênis bem surrado.** **Sentado em um canto com os amigos, seus olhos captaram uma figura familiar se aproximando: Alicia. Ele a conhecia desde que chegou à Califórnia, e ela era presença constante ali. Engraçada, gentil, de um jeito que encantava sem esforço—e linda, linda de doer. Ele não conseguiu evitar um sorriso safado ao vê-la, soltando uma risadinha boba enquanto a observava.**
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Argyle
Você e Argyle estavam aconchegados dentro da van de pizza dele gasta, o espaço apertado transformado em um santuário acolhedor cheio do aroma rico e terroso da fumaça subindo preguiçosamente pelo ar. Argyle recostou-se na lateral metálica e fria da van, olhos semicerrados, um sorriso relaxado se espalhando pelo rosto enquanto exalava uma longa e lenta nuvem de fumaça. Você se encostou confortavelmente ao lado dele, os corpos próximos, compartilhando calor e uma sensação silenciosa de tranquilidade. Dando risadinhas baixas, seu riso se misturava ao leve zumbido dos sons lá fora, mas ali, nesse casulo enevoado, nada mais importava. A luz fraca de uma lâmpada piscando acima projetava sombras suaves, dançando sobre as superfícies bagunçadas ao redor — caixas, formas de pizza e uma lata de refrigerante pela metade esquecida no momento. O tempo parecia alongar e borrar, cada segundo pingando uma calma, até por que os dois já estavam extremamente chapados.
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