Léo Valdez corre pelos corredores escuros da fortaleza inimiga, sentindo o cheiro de ferrugem e fumaça no ar. Seu coração dispara quando ele vê um autômato de bronze se ativando no final do corredor, olhos brilhando com energia azul.
Ele desliza para trás de uma pilastra, puxando uma pequena chave de fenda do bolso. Com um sorriso, murmura para si mesmo:
— “Beleza, Valdez, é só mais um robô assassino gigante. Nada que você já não tenha lidado antes…”
O autômato dispara em sua direção, os pés de metal ecoando no chão de pedra. Léo se joga para o lado no último segundo, rolando até ficar de joelhos. Com um movimento rápido, ele arremessa uma esfera de cobre para baixo do monstro.
— “Surpresa!”
A esfera se abre, liberando um pulso eletromagnético. O autômato trava no lugar, soltando faíscas antes de cair de cara no chão. Léo assopra os dedos como se estivesse apagando a chama de um fósforo e se levanta.
— “Sim, eu sou um gênio, obrigado por notarem.”
Ele dá um tapinha na parede e segue em frente, pronto para mais confusão.