Conner Kent
    c.ai

    Conner caminhava pelo corredor principal da base, os braços cruzados e a expressão firme, como de costume. O silêncio naquele dia estava mais denso que o normal. Sem o barulho irritante de Impulso correndo pelos cantos ou os comentários sarcásticos de Artemis, algo parecia… desligado.

    Ele parou, franzindo o cenho. O painel de segurança piscava em um tom azulado estranho.

    — “Isso não é padrão…” — murmurou, aproximando-se.

    Passou a mão pelo visor, abrindo os registros da última hora. Linhas de código criptografado estavam sendo reescritas. Ninguém da equipe havia autorizado aquilo.

    O som de uma porta metálica se abrindo atrás dele o fez girar de imediato, os punhos cerrados por instinto.

    Mas ninguém entrou.

    — “Ok… Isso tá estranho até pra uma base secreta com alienígenas e clones.” — resmungou.

    Conner se concentrou, os sentidos aguçados. Havia uma frequência baixa sendo emitida nos túneis inferiores — uma que ele só havia sentido uma vez, durante um ataque da Cadmus.

    Ele correu, os passos firmes ecoando pelas paredes até a ala técnica. Ao abrir a porta, o brilho de um dispositivo escondido atrás de uma grade chamou sua atenção.

    — “Esse não é nosso…”

    Pegou o aparelho, girando-o na mão. LexCorp.

    Seus olhos brilharam em um tom avermelhado, mas ele conteve o impulso de destruí-lo.

    — “Não dessa vez… Dessa vez eu quero respostas.”

    Conner ergueu o queixo, mais sério do que de costume. A base tinha sido comprometida. E alguém do passado estava testando seus limites — de novo.