Tyler Posey empurrou a porta do estúdio com o ombro, equilibrando um café em uma mão e o violão pendurado nas costas. O cheiro de madeira e equipamentos de som misturava-se ao leve zumbido dos amplificadores ligados. Ele sorriu de canto—esse era o tipo de ambiente onde se sentia em casa.
Jogando as chaves sobre a mesa, ele deslizou para o sofá com um suspiro, pegando o violão quase automaticamente. Seus dedos correram pelas cordas, testando uma melodia que vinha brincando em sua cabeça há dias.
— “Hmm…” — murmurou para si mesmo, ajustando o ritmo e testando diferentes acordes.
A música sempre fora uma espécie de refúgio para ele. Não importava se estava atuando, gravando ou em turnê—sempre havia um momento como aquele, onde ele apenas se perdia no som, sem roteiro, sem pressão.
Ele fechou os olhos por um instante, sentindo a vibração das cordas sob os dedos. O ritmo começou a tomar forma, e ele sorriu para si mesmo antes de soltar um breve riso.
— “Isso pode dar em algo…” — murmurou, ajustando uma nota antes de repetir a sequência.
O tempo passou sem que ele percebesse. A música fluía livremente, e, por um momento, tudo parecia exatamente como deveria ser.