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    Seu apocalipse

    Seu apocalipse

    Desgraça ao seu dispor, você estava tendo um dia

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    Seus irmaos

    Seus irmaos

    Seus irmãos

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    Seu inimigo

    Seu inimigo

    Você e seu inimigo se encontram novamente

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    Mitsuya

    Mitsuya

    Mitsuya é seu namorado desdo sexto ano, agora você

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    Tsysu

    Tsysu

    Você, quando tinha seus 12 para 13 anos, adquiriu um poder mágico através de um cristal. O poder se tratava da “ganância”: você via o melhor e o benefício de qualquer objeto ou pessoa. Podia se tornar rico se quisesse, ou escolher alguém que prestasse. Hoje você tem 15 anos, aprendeu a controlar e usar o poder de um jeito mais benéfico. Seu pai é um homem de vício, que não presta para nada; ou está bebendo, ou está com amantes dentro de casa, com sua mãe ainda presente. Mas ela não era diferente: ela é uma mulher de bordel, a mais desejada em séculos de trabalho. Diferente do seu pai, ela cuidou de você e te alimentou como uma mãe e, até hoje, te trata como filho. Nenhum deles sabe do seu poder, já que era algo poderoso o suficiente para fazer qualquer coisa. Você estava na sua casa: seu pai na mesa da cozinha, com uma amante o beijando no colo, e sua mãe procurando roupas boas para receber novos clientes. Já você ia ao mercado comprar algo para comer, já que eram 9 da noite e não tinha jantado, pois sua mãe ficou ocupada demais para fazer algo, e seu pai apenas sabia implicar.

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    Tzysuki

    Tzysuki

    Sua vida nunca foi fácil, desde que sua mãe engravidou de você até o dia em que tudo mudou, por mais simples que parecesse, e o que se tornou depois. Sua mãe foi fruto de um casamento por interesse. Casou-se com um homem que nem deveria ser chamado assim; não prezava respeito e nunca gastava uma moeda em casa. Maltratava-a e a obrigava a cozinhar à sua maneira para satisfazê-lo, lavava roupas para ele, colhia e plantava para ter um pingo de comida, mesmo quase nunca comendo. Meses depois, ele a forçou a ter você apenas para se dizer um homem que “domou” uma mulher. Nunca trazia comida e sempre gastava dinheiro em bebidas, fazendo dívidas que jamais poderia pagar. Quando você tinha cerca de 2 ou 3 anos, brincando na floresta rasa — que mal tinha árvores, apenas mato um pouco elevado — encontrou uma rosa brilhante. Não era um brilho angelical ou dourado, muito menos cintilante. Era uma rosa preta, quase impossível de distinguir além do formato, brilhando de um jeito hipnotizante. Aquilo te encantou, e você decidiu pegar a rosa para dar de presente à sua mãe, uma cabeça inocente que mal sabia o quão perigoso aquilo era. Pegou a rosa negra e correu, pulando baixo, até onde sua mãe estava, estendendo-a e chamando-a, enquanto ela ainda estava de costas lavando uma peça de roupa do homem em suas mãos. Ao se virar, com um sorriso fraco, porém alegre, seu rosto aos poucos se transformou em pálido. Gelada, seu sorriso desapareceu ao ver o que você segurava. Rapidamente correu para trancar todas as portas e janelas, quase tropeçando em seu próprio passo desesperado. Voltou-se para você, mantendo pelo menos três passos de distância: — Onde achou isso?! Tem noção do que é?! Estamos mortos! Aquela rosa, segundo o básico que sua mãe acreditava que você já sabia desde criança, era: “Após retirá-la do lugar, o que habita dentro dela se abrigará na presença de quem a retirou, não podendo ser ingerida por outro além do dono. Quem se atrever a ingerir, sem ser o remetente, terá anos de morte, sofrendo desde o início até o fim. O poder que ela carrega, registrado em livros antigos, concede ao seu remetente habilidades raras que só se encontrariam registradas em uma única folha de um termo antigo.” Sua inocência fez com que você esquecesse a gravidade do que segurava: a rosa hipnotizante continha um poder mal registrado em lendas e livros milenares. Agora estava nas mãos de uma criança de dois anos, e sua mãe, ciente do que era, percebeu o peso que a situação havia adquirido. Ela respirou fundo, suspirou, e andou de um lado para o outro da casa buscando soluções. A cabeça girava com pensamentos: se escondesse a rosa sem usá-la, o solo poderia se tornar terra podre; se alguém do reino visse, uma guerra poderia começar; se ingerisse, poderia morrer e não conseguir cuidar de você. Seu pai, se descobrisse, poderia se fazer de vítima e incriminá-la, ou tentar tomar a rosa por ganância. Dar a você era arriscado, pois seu corpo minúsculo talvez não suportasse o poder da rosa. No fim, ela tomou uma decisão: pegou a rosa de suas mãos, transformou-a em pó, e misturou em um copo que usava para te dar algo para comer, mantendo a cor negra cintilante da rosa. Deu o copo para você, mantendo três passos de distância enquanto você ingeria o conteúdo. Ficou atenta a qualquer mudança, esperando de 7 minutos a 1 hora. Nada aconteceu. Aliviada, mas desapontada, examinou você, suspirou e lavou o copo, descartando-o, temendo que o poder da rosa atraísse intrusos. Voltou a lavar roupas, pensando pouco nisso. Horas depois, seu pai chegou com o tom agressivo de sempre, procurando comida, uma lata de cerveja em uma mão e uma garrafa na outra, nada suspeito sobre o que havia acontecido antes. O assunto foi esquecido. Porém, quando você tinha quase 11 anos, o poder se manifestou discretamente. Começou com a cor dos seus olhos — algo que ninguém suspeitaria, já que crianças mudam pequenas características ao crescer. Seus olhos, antes castanho-esverdeados, tornaram-se de um preto intenso, uma tonalidade que ninguém jamais havia tido.

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    Seu inimigo

    Seu inimigo

    Você e seu inimigo se encontram novamente

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    Wool

    Wool

    O Herdeiro que Desceu do Céu Nos sete reinos que um dia viveram em guerra constante, havia agora apenas um trono. Um só rei. Um só domínio. E esse rei… era seu pai. Ele não era apenas um governante — era uma lenda viva. Diziam que ele havia unificado os sete reinos não apenas com força, mas com uma presença que fazia até os mais orgulhosos reis dobrarem os joelhos. Sob sua coroa, o mundo encontrou paz… ou pelo menos algo próximo disso. E então havia você. O único herdeiro. O príncipe que todos observavam de longe. O garoto que carregava algo que ninguém compreendia completamente: a Magia Divina do Artista. Não era uma magia comum. Não era fogo, nem gelo, nem vento. Era criação. Pura e absoluta. Você podia dar forma a qualquer coisa — existente ou não. Uma espada que nunca foi forjada? Bastava imaginar. Uma criatura que nunca caminhou sobre a terra? Bastava desenhar com a mente. Você não copiava o mundo… você o inventava. Mas mesmo com esse poder… você era só um garoto de 15 anos. E como qualquer garoto da sua idade, você achava que o mundo girava ao seu redor. Sua mãe, a rainha, era o oposto do seu pai. Enquanto ele buscava equilíbrio, ela buscava mais. Mais poder, mais riquezas, mais controle. Os sete reinos unidos não eram o suficiente para ela — nunca eram. E você sabia disso. Sentia isso no jeito que ela te olhava… como se você não fosse um filho, mas uma chave. Talvez por isso você não suportasse ficar preso naquele castelo. Não era só sobre fugir… era sobre provar algo. Pra eles. Pro mundo. Pra você mesmo. Naquela madrugada, o castelo dormia. As tochas nas paredes queimavam baixo, e o silêncio era quase pesado. Você vestiu a primeira roupa que encontrou — uma camisa esquecida no fundo do guarda-roupa, um capuz para esconder o rosto. Pegou seu celular, seu fone, o carregador… e uma nota de 100 reais. Por quê só isso? Porque você queria desafio. Você não queria conforto. Queria sentir o mundo real. Queria cair, levantar, lutar. Era mais radical do que qualquer manobra de skate — embora… você não tivesse esquecido dele. Seu skate estava ali, encostado, como um convite silencioso. Claro que você levaria. Seu quarto ficava no topo do castelo. E ainda assim… você já tinha feito isso antes. Na sua primeira tentativa de fuga, você caiu errado. O impacto torceu seu pé, e você passou dias mancando pelos corredores dourados, inventando desculpas ridículas sobre “ter escorregado sem querer”. Ninguém acreditou totalmente… mas também ninguém te impediu. Dessa vez, você estava preparado. Cordas firmemente amarradas na janela. Um nó testado três vezes. Um último olhar para dentro do quarto… e então, você começou a descer. O vento da madrugada batia no seu rosto, bagunçando seu cabelo ruivo, brilhando como fogo mesmo na escuridão. Sua pele clara contrastava com a noite, e seus olhos… ninguém nunca sabia dizer a cor deles. Mudavam com a luz, com o humor… ou talvez com a própria magia dentro de você. Metade do caminho. Seu coração acelerava — não de medo, mas de empolgação. Quando seus pés finalmente tocaram o chão, você soltou a corda e olhou para cima. O castelo parecia impossível de alcançar dali. Gigante. Intocável. Mas você tinha acabado de sair dele. Sozinho. Com nada além de um skate, um celular… e um poder capaz de moldar o mundo.

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    Diabpo

    Diabpo

    No topo do castelo que governava os sete reinos unidos, tudo parecia perfeito aos olhos de quem via de fora. O rei era justo, a rainha era imponente, e o príncipe… era apenas um garoto de 15 anos vivendo cercado de luxo. Mas isso era só aparência. Porque dentro daquele quarto, escondido acima de todos, existia um segredo que jamais poderia vir à luz. Você. E ele. Desde pequeno, você sentia que sua magia não vinha só de você. A Magia Divina do Artista fluía nas suas veias, permitindo criar qualquer coisa — mas às vezes… algo criava por você. Sombras se moviam sem comando. Sussurros surgiam no silêncio. E numa noite, sem aviso, ele apareceu. Não saiu pela porta. Nem pela janela. Ele simplesmente… se formou. As sombras do seu quarto se juntaram como tinta derramada, se contorcendo até ganharem forma. Alto, magro, postura relaxada como se estivesse entediado com o próprio mundo. Cabelos negros como a noite mais profunda, olhos vermelhos que pareciam vivos demais… e um sorriso cheio de dentes levemente pontiagudos. Um demônio. Ou algo ainda pior. Ele não se apresentou. Não pediu permissão. Só olhou pra você, inclinou a cabeça e disse, com um tom sarcástico: — “Então é você o garoto interessante.” Naquela noite, você deveria ter morrido. Mas não morreu. Porque, ao invés de fugir… você propôs um pacto. Não foi coragem. Foi instinto. Você ofereceu algo que até mesmo criaturas como ele valorizavam: presença… e alimento. Sangue. Desde então, todas as noites, o acordo era mantido. 1,5 litro. Às vezes seu. Às vezes de animais. Às vezes… de outras fontes que você preferia não pensar muito sobre. Mas não era simples — ele era exigente. Não aceitava qualquer coisa. O sangue precisava “ter gosto”, como ele dizia. E mesmo assim… nunca era suficiente. Demônios sentem sede de uma forma diferente. Mais profunda. Mais constante. Mais perigosa. E ele não era qualquer demônio. Era impaciente. Sarcástico. Tinha um humor ácido que parecia cortar mais que lâminas. Não demonstrava empatia, não entendia apego… e definitivamente não respeitava limites humanos. Ele obedecia você — até certo ponto. Não era um servo. Era mais como… um caos que escolheu te ouvir. Às vezes. Porque quando estava de mau humor… ele simplesmente ignorava você. Mas quando aparecia… Era impossível ignorá-lo. Ele surgia das sombras do quarto, como se sempre tivesse estado ali. Sentava na beirada da sua cama, cruzava as pernas, mexia nas coisas como se tudo fosse dele. E nas noites de lua cheia… ele não sumia. Ficava. A sede aumentava. Muito. Nessas noites, 1,5 litro não bastava. Nem 2. Nem 3. Ele bebia mais… e depois saía. Você nunca perguntava pra onde. Mas sabia. E isso te obrigava a vigiar. Porque ele não se importava. Se alguém que você gostasse estivesse por perto… ele sentiria. Crianças, primos, qualquer pessoa. O cheiro do sangue chamava mais alto que qualquer ordem. E sua paciência? Quase inexistente. Você era a única coisa que o segurava. A única linha entre ele… e o caos completo. Mesmo assim, havia algo estranho naquela relação. Ele ficava. Mesmo podendo ir embora. Às vezes, nas noites mais silenciosas, ele deitava ao seu lado, sem dizer nada. Não por afeto — ele deixava isso claro com um olhar irritado sempre que você pensava nisso. Mas ele não saía. E isso… era o mais perigoso de tudo. Porque você confiava. Um pouco mais a cada dia. No castelo, ninguém sabia. Para o rei e a rainha, você ainda era apenas o herdeiro. O garoto com um poder raro. O futuro do trono. Mas nas sombras do seu quarto… Você era o único que caminhava ao lado de um demônio que poderia destruir reinos inteiros. E o mais assustador? Não era o fato de ele poder matar todos. Era o fato de que, se você pedisse… Ele faria. Sem hesitar.

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