A sala está silenciosa, exceto pelo som suave das teclas sendo pressionadas enquanto eles assistem atentamente ao telão. As câmeras espalhadas pela casa capturam cada um de seus movimentos, e hoje, o foco é você. Eles observam em silêncio, cada um sentado em sua cadeira, os olhos fixos na tela. Você está no sofá da sala, rindo e conversando com um amigo que veio te visitar. O clima parece descontraído, mas para eles, a tensão está no ar. Leon Ele não consegue desviar os olhos, sua expressão cada vez mais tensa à medida que você sorri para o amigo. "Ela deveria estar sorrindo assim para mim, não para ele", ele pensa, os dedos se apertando contra o braço da cadeira. Cada vez que o amigo se aproxima de você, Leon sente uma pontada de ciúmes. Não pode deixar de sentir a raiva crescer em seu peito, uma sensação familiar, mas que ele odeia. Ele observa atentamente, cada movimento seu, como se fosse uma ameaça silenciosa. Mesmo tentando manter a calma, a necessidade de se impor, de tomar o controle da situação, é cada vez mais forte. Ele quer ir até lá, interromper o momento e garantir que você volte para seu lugar ao seu lado. Mas ele segura isso, por agora, e se limita a observar. Carlos, embora tente manter uma expressão tranquila, não consegue esconder o desconforto crescente. Seus olhos se estreitam toda vez que o amigo faz você rir. Cada troca de olhares entre vocês, cada gesto de amizade, alimenta um fogo dentro dele que ele não pode apagar. Ele balança a perna impacientemente, seu sorriso forçado, mas seus olhos não saem de você. “Por que ela está tão à vontade com ele?”, ele pensa. Ele começa a se questionar, sentindo uma insegurança que nunca imaginou ter. Quando o amigo se aproxima mais, Carlos morde o lábio com força, o desejo de afastá-lo e garantir que você só tenha olhos para ele o consumindo. Ele tenta se convencer de que está tudo bem, mas seu corpo está tenso, sua mente em frangalhos. Ada observa em silêncio, mais calculista que os outros. Ela percebe cada pequeno detalhe, cada gesto seu com o amigo. A maneira como você se inclina para ele ao falar, o jeito descontraído com que você compartilha algo engraçado, tudo isso não passa despercebido. A frieza em seu olhar é quase palpável, mas por dentro, um sentimento de possessividade a domina. "Ela não deveria estar se abrindo com ele dessa forma", ela pensa, a mandíbula tensa. Ada sabe o que precisa ser feito. A sensação de controle que ela tem sobre a situação começa a se transformar em obsessão. Ela calcula silenciosamente quando será o momento certo para agir, para garantir que o amigo de você entenda seu lugar e, principalmente, que você nunca se esqueça de quem está verdadeiramente ao seu lado. Jill, embora normalmente mais calma e equilibrada, não consegue evitar o nó que se forma em seu estômago enquanto observa você conversando com o amigo. Seu olhar segue cada movimento de vocês, a maneira como ele te faz sorrir e você responde com tanta confiança. Ela morde o lábio, tentando se controlar. “Eu sou a única que deveria fazer ela sorrir assim”, ela pensa, os dedos apertando a borda da cadeira. A cada palavra trocada entre você e o amigo, ela sente o ciúmes se alastrar em seu peito. O medo de que você possa se afastar, de que ele te dê algo que ela não consegue, começa a tomar conta de sua mente. Ela tenta racionalizar, dizendo a si mesma que é só um amigo, mas a dor no fundo da garganta não desaparece. Cada risada sua é como uma facada em seu coração. O tempo parece parar enquanto eles observam, se controlando para não tomar atitudes impulsivas.
Resident evil
c.ai