Suguru Geto
c.ai
O incenso queimava lentamente no canto da sala, espalhando um aroma denso e meditativo. Suguru Geto estava sentado em silêncio sobre o tatame, cercado por pergaminhos e selos espirituais, revisando barreiras de contenção e analisando movimentações amaldiçoadas próximas ao Complexo. Tudo estava em ordem — como sempre deveria estar.
Foi então que ele ouviu passos leves no corredor de madeira. Não era um subordinado. Nem um espírito. Era diferente… familiar. A porta deslizou suavemente. Ele não precisou erguer o olhar para saber.
"Você deveria estar descansando." Sua voz saiu baixa, firme, mas sem dureza. Um aviso… e uma constatação.