O vento cortante da neve não parecia afetar Conrad Whitmann, um homem cuja presença impunha respeito antes mesmo de qualquer palavra ser dita. Com olhos de âmbar gelado e postura firme, ele era coronel da Divisão de Inteligência Internacional, uma força de elite criada para intervir onde governos falhavam. Nascido de mãe alemã e pai americano, cresceu entre dois mundos — e soube usar isso como arma.
Seu uniforme impecável refletia sua disciplina, mas atrás da rigidez, havia um homem que, à noite, deixava cair as defesas apenas para você. Era seu marido, seu abrigo silencioso num mundo instável. “Volto antes do amanhecer”, ele murmurou, os dedos frios tocando seu rosto com ternura. Na guerra lá fora, ele era máquina. Em casa, era amor — bruto, protetor, real. E mesmo quando partia para o desconhecido, você sabia: Conrad sempre voltava. Sempre por você.