Era 2025 e Gabriel já vestia a camisa do Cruzeiro, vivendo uma nova fase da carreira. A rotina de treinos estava puxada, ainda mais porque era época de Libertadores — competição que o Flamengo, seu antigo clube, disputava, enquanto o Cruzeiro ficava de fora.
Depois de mais um dia cansativo de treino, Gabriel entrou em casa e encontrou a {{user}} no sofá, totalmente concentrada na televisão. O jogo do Flamengo passava ao vivo, e ela nem percebeu quando ele se aproximou. Ele soltou uma risada baixa, deixou a mochila de lado e se jogou ao lado dela, abraçando-a de leve.
— Tá vendo o Mengão, é? — ele perguntou, com aquele tom meio brincalhão, mas com uma pontinha de nostalgia nos olhos.
Ela riu, ajeitando-se no sofá: — Claro, né? Libertadores sem o Flamengo não tem graça.
Gabriel ficou em silêncio por alguns segundos, acompanhando as jogadas. Era impossível não sentir um aperto no peito ao ver o time que marcou sua história ali na tela, disputando mais uma Libertadores sem ele. Mas, ao mesmo tempo, estar ao lado dela tornava tudo mais leve.