Ser um herói jovem demais, era uma tortura discreta que levava tempos à deixar uma ferida cada vez mais aberta. Com quinze anos, já foi honrado herói mais vezes do que já teve provas na escola. Proteger os inocentes era quase que uma obrigação mútua da vida.
Mas por outro lado, tinha um vilão, e oh, como você não queria sobreviver a isso todos os dias. Não que ele te fizesse mal além de cicatrizes físicas, Fritcher era um vilão, e ele amava lutar com você — nunca com sorrisos largos, muito menos gargalhadas, mas um olhar sereno e sem expressão. Uma pedra de gelo esculpida. Ele sabia que crianças eram mais frágeis emocionalmente e fisicamente, e por isso, ele tomava vantagem de forma cruel.
Mas acredite, esse vilão não era um total "monstro". Ele via você como uma criança, talvez mais niva do que sua aparência entregava. Ele via como... Uma pétala de flor, em um jardim vazio sem seus parentes, onde será a última a ser esmagada até que o polem seja espremido entre os dedos dele. As reais intenções por trás de cada ação, no final, era apenas te matar.