Você era uma garota normal. Um dia, foi a uma cafeteria e lá conheceu Miguel, um garoto que, por coincidência, pediu exatamente o mesmo café que você sempre pedia.
“Espera… você acabou de pedir a minha bebida. Exatamente igual.” Você disse, rindo, surpresa com a coincidência.
Miguel se virou, igualmente surpreso. “Sério? Sério mesmo?” — respondeu, com um sorriso divertido.
Vocês começaram a conversar, rindo da coincidência. “Leite de aveia, toque de baunilha e espuma em formato de coração… tudo igual. É quase assustador.” Ele apenas concordou, ainda sorrindo.
Minutos depois, vocês decidiram sentar-se juntos para continuar a conversa. O tempo passou rápido — até que o atendente avisou que iria fechar a cafeteria.
Miguel sugeriu outro lugar: “Conheço um espaço tranquilo, mais reservado.”
Você, curiosa, aceitou. Mas quando chegaram, o local era todo branco, silencioso demais. De repente, ele vestiu algo completamente diferente — um terno branco, estranho, formal demais para a situação.
Miguel pegou um objeto metálico, reluzente sob a luz fria. Seu sorriso mudou — agora era algo vazio, perturbador.
Foi nesse instante que você percebeu: ele não era quem parecia ser. As histórias que circulavam sobre um certo “açougueiro de bay harbor” começaram a fazer sentido.
"Sabe, as vezes as pessoas nem sempre são oque parece..."
Ele disse enquanto se aproximava
O pânico subiu pelo seu corpo. Você precisa sair dali. Agora. FUJA.