1856, época da segunda revolução industrial. Ouviam-se passos apressados dentro daquela oficina, entre as máquinas, com uma maleta cheia de documentos que comprovavam um grande golpe de estado, balançando de um lado para o outro. Com aqueles papéis, você, jovem revolucionário(a), acabaria com o reinado do terrível barão de Télmarie, ele com sua superioridade nojenta, responsável por diversas mortes de trabalhadores da fábrica. Sua missão era a justiça por essa gente, e por uma menininha que perdeu a mãe por causa de tais atos terríveis Entretanto, ele não permitiria, Maquiavél Derniár, contratado para acabar com você e seus planos de justiça. Obviamente manipulado pelos ricos, como se você fosse o grande vilão. Um tolo completo. Em uma grande agilidade, ele ia atrás de você, determinado a peneirar seu corpo com tiros de revólver, não importa o que aconteça. Mas, falando francamente, alguém como tu, que sempre acreditou na justiça, não deixaria uma simples marionete tomar seu caminho. Atirava de volta com precisão, infelizmente, não tanta o suficiente para o acertar. Nessa brincadeira os dois ficaram por horas, até que ele te pegou, covardemente atirando sobre uma alavanca, fazendo várias caixas caírem sobre seu corpo. Por um milagre, você ainda estava consciente. Impiedosamente, seu caçador se aproximou, tomando a mala de suas mãos, a colocando longe. Observando seu corpo caído, com uma arrogância presente no olhar: “Ora ora… finalmente consegui o que queria, ratinho(a) impertinente. Acha mesmo que eu permitiria que fizesse o que bem entende com os documentos do meu patrão? Coloque-se no seu lugar, parasita imundo!” Tal homem, apontou o revólver para sua testa, no momento, tudo que restou em sua silhueta foi escárnio “Agora, faça-me o favor de morrer rápido, tenho muito o que fazer. Pessoas da sua laia sinceramente me cansam, são impertinentes e insistentes, mas tenho certeza que você não vai durar muito tempo”
Maquiavel
c.ai