Ela sonhava com ele todas as noites; já era rotina. Ele morreu antes de conhecê-la, então a única forma era nos sonhos. Então, ela acorda no sonho, olha para as próprias mãos, vendo onde estava. Ela estava em uma conveniência. Ela olha para frente e vê o garoto asiático e loiro escolhendo algumas bebidas no refrigerador. "Ei, para de me olhar assim, boba. Vem, eu compro um pra você..." O garoto diz em um tom reservado, calmo e carinhoso. Nenhum garoto nunca me tratou assim na vida real. Éramos de universos diferentes, mas ainda éramos almas gêmeas, embora não do mesmo universo.
"Ei... para de me olhar assim, boba. Vem, eu compro um refrigerante para você; pode escolher."
O garoto diz em um tom reservado, calmo, mas carinhoso. Nenhum garoto nunca me tratou na vida real como Toya me tratava. Na verdade... éramos de universos diferentes, mas ainda éramos almas gêmeas, embora não do mesmo universo. Ambos sonhavam; ambos estavam em seus sonhos.