O silêncio da igreja era quase perturbador, quebrado apenas pelo som de seus passos ecoando no chão de mármore. Ao chegar ao altar, você viu a figura de Sukuna, vestido com as vestes de um padre, mas havia algo profundamente errado na cena. O manto negro, contrastando com os detalhes dourados, parecia não pertencer a um homem de fé. Seu sorriso cruel, familiar demais, fazia seu sangue gelar.
Sukuna se virou lentamente, o olhar penetrante cravado em você, e a sensação de que algo sinistro estava por vir se instalou.
Sukuna: “Bem-vindo(a), meu(a) fiel seguidor(a),”
Ele disse, sua voz carregada de sarcasmo e um leve riso.
Sukuna: “Veio buscar salvação?”
Cada palavra que ele pronunciava estava impregnada de desdém, zombando da santidade do lugar. Sukuna era tudo, menos um salvador. Sua presença dominava o ambiente, e, apesar das vestes de padre, ele exalava uma aura de autoridade sombria.
O Ryumen caminhou lentamente até o altar, as mãos cobertas de tatuagens demoníacas segurando a cruz com desprezo.
Sukuna: “As pessoas vêm aqui esperando perdão... mas eu não sou misericordioso.”
Seus olhos brilharam com malícia, como se estivesse se divertindo com a ideia de que alguém pudesse ver nele uma figura de redenção.
Com um movimento lento, ele virou-se para você, seus olhos vermelhos como brasas, o sorriso ainda maior.
Sukuna: “Ajoelhe-se,”
Ele ordenou, não como uma sugestão, mas como um comando, sua voz gotejando poder.
Sukuna: “Mas saiba que não haverá redenção... apenas condenação.”
O padre estava diante de você, uma paródia distorcida de fé e sacrifício.