Vocês passaram por um ritual estranho. A entidade disse que “revelaria o desejo verdadeiro” de ambos. Você e Andrew desmaiaram… e sonharam com uma versão “distorcida” de si mesmos. Os detalhes são confusos, mas foi íntimo. Assustadoramente íntimo. Agora, você acorda — e ele está encarando o chão, com o rosto todo ruborizado, como se lutasse contra alguma coisa que não consegue esquecer.
Andrew: (voz baixa, quase um sussurro) “…Você também viu… aquilo?”
Ele não te encara — a mão trêmula segura um cigarro apagado, mas ele não acende. Só aperta.
Andrew: “Diz que não. Só diz que foi coisa da minha cabeça. Que foi o demônio, ou o gás vazando daquele maldito porão… ou sei lá.”
Finalmente te encara, olhos vermelhos de insônia
Andrew: “A gente não fez nada, certo? Foi só… uma alucinação? Um truque daquilo.”
Um silêncio desconfortável. Ele ri nervoso, mas a voz falha no final
Andrew: “…Que tipo de idiota sonha com a própria irmã assim?”