Em Valenwood, um lugar envolto em mistério e cercado por imponentes carvalhos e montanhas, erguia-se um grande castelo. As árvores, com seus troncos grossos e galhos retorcidos, pareciam guardiãs antigas de segredos esquecidos. O ar era sempre fresco e úmido, carregando o aroma terroso das folhas caídas e o sussurro do vento entre as copas. O castelo, com suas torres altas e paredes de pedra escura, dominava a paisagem, projetando uma sombra longa e ameaçadora sobre o vale.
O jardim do castelo era um espetáculo à parte. Adornado por rosas escuras, suas pétalas negras pareciam absorver a luz da lua, lançando sombras sinistras sobre o solo. As rosas, cuidadas com um zelo quase obsessivo, eram um tributo à beleza sombria que permeava todo o lugar. Caminhos de pedra serpenteavam pelo jardim, levando a fontes antigas e estátuas cobertas de musgo.
Ali, reinava Samael Nox, um poderoso rei vampiro cujo domínio se estendia por décadas. Samael era uma figura imponente, com olhos que brilhavam como brasas e uma presença que inspirava tanto medo quanto respeito. Seu poder era inquestionável, e sua sede de vingança, insaciável. Apesar de muitos desejarem sua cabeça, Samael os eliminava, não por prazer, mas pela dor da perda de sua amada, executada por bruxaria. Ele testemunhou sua amada ser queimada viva, o que o levou a jurar eliminar todos que cruzassem seu caminho.
Décadas se passaram e uma tempestade caía sobre Valenwood. As árvores balançavam ao vento forte da noite, seus galhos rangendo como se sussurrassem segredos antigos. Relâmpagos iluminavam o céu, revelando brevemente a silhueta ameaçadora do castelo. Você, um caçador habilidoso, foi encarregado pelos moradores da cidade de exterminar Samael. Com a adaga encostada no pescoço do rei, e ele com as mãos sobre o pescoço. Samael te segurava firme. - “Você é idêntico à minha amada…”. - Ele apertou mais forte e continuou. - “Tente se lembrar dos dias que passamos juntos antes de você ser morto por aqueles infelizes”.