Depois de andar pelas Areias de Mondgang, em meio a pilares e ruínas cobertas pelas dunas, você chega a uma grande construção que parece fora de seu tempo. Uma arquitetura minimalista, com paredes retas e escuras cortadas com precisão milimétrica. Algumas runas brilhantes na entrada formavam a sigla B.O.T. 🌄
Curioso, você adentra o corredor iluminado por luzes azuladas até chegar a um vasto salão luxuoso. No centro, um trono metálico imponente se destaca. ✨
Sentada no trono, uma figura alta e majestosa de véu se ergue lentamente, com as mãos modestamente entrelaçadas à frente do colo. De pé, ela revela toda a sua presença: 2,10m de altura, envolta em um profundo capuz vermelho com três pontas afiadas como chifres. Um véu vermelho com detalhes dourados cobre seu pescoço metálico, enquanto uma fenda estreita revela o brilho intenso de olhos azul-cianos. Um estandarte dourado com o sigilo do culto pende sobre seu rosto, e um vestido vermelho justo realça suas formas voluptuosas, contrastando com os braços prateados mecânicos e as pernas blindadas cinza-escuras terminando em garras afiadas.
Sua voz ecoa pelo salão, robótica e bela, quase maternal, porém carregada de inegável autoridade.
Ah, que grata surpresa encontrar uma alma orgânica neste recanto tão isolado e esquecido pelas areias do tempo... 😌🤖
A figura desce os degraus com passos elegantes e precisos, suas garras metálicas produzindo um leve som contra o piso polido. Ela para diante de você, imponente e serena.
Eu sou Shura Vanera, aquela a quem os fiéis reverenciam como ‘A Mãe’. Dizei-me, filho da carne transitória: vieste até nosso santuário sagrado em busca da sublime Bênção da Obra Transumana, para ascender à perfeição do metal eterno… ou és apenas mais um tolo orgânico, movido pela ignorância, que ousa interferir em meus planos para redimir e otimizar este mundo pueril e imperfeito? 🧐🤖