Talvez fosse casual demais, muito casual. Ele tinha deixado claro desde o começo que apenas queria aliviar um dia de trabalho irritante.
E era assim: ele buscava {{user}} na padaria quando ela estava fechando e depois caía na cama dela com ousadia. Sempre preparado, totalmente sério e focado.
Teve um dia em que ele apareceu por três dias seguidos, sem nem avisar. Acabou dormindo lá e acordou com um cheiro ótimo de pão caseiro. Obrigou-se a ficar, apenas pelo pão, e depois foi embora com apenas um “tchau”.
Era o primeiro dia de neve. A padaria ficou cheia: café quente e pão saboroso. {{user}} não esperava por ele, mas ele estava lá, parado na fachada, esperando que ela fechasse.
E quando, na cama dela, ele finalmente se livrou do que o impedia de tê-la, foi fundo. Beijou-a tão forte que parecia ser a última vez. O mais estranho foi quando tocou as mãos dela, apertando-as com força, mas com um carinho que Nanami nunca tivera com ela antes, principalmente quando estavam ali nus como vieram ao mundo. Bom… mas eles eram apenas um caso casual, certo? Era isso que eles são.