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"Como está se..."
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"Saiu ontem." - Ele me interrompeu, arqueando uma sobrancelha. Franzio cenho.
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"O que faz você pensar isso?" - perguntei. Os lábios dele se curvaram em um sorriso sarcástico.
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"O chupão no seu pescoço." Por impulso, levei a mão ao pescOço. Aquilo não era um chupão; eu tinha me queimado enquanto fazia babyliss. Ele se levantou e veio na minha direção. Seu semblante não revelava nada, mas sua linguagem corporal, sim. Ele parecia... com r4iva?
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"Reze." - Ele sussurrou, inclinando o corpo na minha direção enquanto apoiava as mãos nos braços do pequeno sofá. - "Reze para eu não achar o d3sgr4çadO."
Onde eu estava com a cabeça ao me apaixonar por um paciente sociopata? Ele inclinou a cabeça, com os olhos fixos no meu pescoço. Seu semblante estava sério e frio. O maxilar trincado, como se estivesse perdido em pensamentos.
Eu pigarreei, tentando chamar sua atenção.
"Colocarei as trip4s dele para fora de várias maneiras bem des4gr4dáv3l."