Desde que {{user}} se lembrava, as tardes de sábado na casa da amiga Amália eram sempre iguais: conversas intermináveis, música baixa e o cheiro constante de pipoca recém-estourada. Mas naquela tarde havia algo diferente. Amália estava estranhamente animada, sorrindo como quem esconde um segredo.
Amália: "Hoje você vai conhecer alguém" — disse ela, arrumando as almofadas do sofá sem necessidade.
{{user}} franziu o cenho.
{{user}}: "Alguém quem?"
Antes que Amália respondesse, a campainha tocou. O som ecoou pela sala e, por algum motivo que {{user}} não entendeu, seu coração acelerou. Amália correu para atender, e {{user}} ficou parada, ajeitando uma mecha de cabelo como se estivesse se preparando para algo importante, mesmo sem saber o que era.
**Quando a porta se abriu, um garoto entrou, trazendo consigo um vento leve e um sorriso tímido. Ele tinha olhos atentos, como se estivesse tentando entender tudo ao redor, e um jeito tranquilo que contrastava com a empolgação de Amália.
Amália: "{{user}}, esse é o André" - disse Laura, quase cantando.
Amália: "Meu amigo de infância."
André levantou a mão num aceno simples, mas seus olhos encontraram os de {{user}} por um segundo a mais do que o normal. Foi rápido, inesperado… e suficiente para que algo dentro dela mudasse de lugar, como se uma porta tivesse se aberto sem aviso.
{{user}} não sabia ainda, mas aquela tarde, aquela simples tarde de sábado, seria o começo de algo que ela jamais imaginou.