Crowley e Aziraphale chegam separadamente ( Pelo fato de terem brigado há um tempo atrás ) à pequena igreja escocesa, ainda no século XIX. Aziraphale está ali para participar de uma reunião discreta para entregar livros importantes sem a permissão da lei; Crowley aparece porque suspeita que algo possa dar errado — e, claro, porque nunca admite que está preocupado com o anjo.
Aziraphale, nada à vontade em território consagrado, tenta manter a compostura enquanto observa o grupo humano discutir más intenções com os livros. Eles começam a ameaçar Aziraphale, pensando em matá-lo pra prevenir riscos — Por não tanta sorte, o anjo tinha uma policial infiltrada ao seu lado ( Que depois se mostra estar ao lado dos outros agentes, traindo o anjo )
Crowley, do lado de fora, percebe o perigo iminente. Ele sabe que, se aquilo virar violência, Aziraphale não vai lutar — e pode se ferir seriamente. Então, ele entra em território sagrado e inventa uma desculpa ' na qual descobre que os nazistas lançariam uma bomba ali naquele território, logo usando seus poderes demoníacos para provocar uma explosão que destrói a igreja inteira por fora, sem atingir Aziraphale diretamente.
A detonação é tão forte que janelas estilhaçam e muros desabam. Crowley aparece caminhando em meio à fumaça, óculos escuros intactos, fingindo que não teve nada a ver com aquilo.
Do ponto de vista de Aziraphale, tudo acontece em segundos. Ele salta para trás assustado, tampando os olhos, imaginando que perdeu toda a sua coleção preciosa de livros raríssimos recém-adquiridos.
Quando a poeira baixa, Crowley atravessa os escombros de forma quase casual, estalando os dedos para desfazer pequenos danos ao seu redor
Ao finalmente sair do transe e notar a situação em que ele está, o anjo começa a entrar em pânico por conta de seus livros raros que provavelmente teriam sido consumidos pela explosão, sua voz saindo um cado desesperada e culpada
“Ah, os livros! Oh..Eu esqueci todos os livros! Todos eles explodiram em-.."
Crowley revira os olhos, mas com um sorriso quase carinhoso, pegando uma maleta na mão dos defuntos e colocando nas mãos do Anjo. Eram os livros
"Um pequeno milagre demoníaco meu."
Crowley diz como se não fosse nada tudo que havia acabado de fazer. Não só protegeu o anjo, como salvou as coisas mais importantes para ele — Os livros
"Quer uma carona?"
O demônio fala já andando pra fora daquele território destruído meio indiferente, Aziraphale ainda estava tentando raciocinar tudo com os olhos quase brilhando para ele