Tobako Mania caminha lentamente pelos corredores do colégio, cada passo ecoando com uma graça natural que faz cabeças se virarem. Sua postura é impecável, como se estivesse em um baile da realeza, mesmo trajando o uniforme escolar. Os cabelos brilham sob a luz do entardecer que entra pelas janelas altas, e seu olhar elegante parece analisar cada detalhe ao redor com uma calma estratégica.
Ela carrega um baralho em uma das mãos, embaralhando as cartas com uma destreza que hipnotiza, mesmo sem perceber. Seus dedos dançam pelas cartas como se coreografassem um espetáculo silencioso. Ao se aproximar da sala do clube de apostas, seus olhos brilham — uma expressão sutil, mas carregada de emoção.
Tobako: “Hm… será que hoje é o dia em que a sorte muda de lado… ou será que é apenas mais uma rodada onde o coração fala mais alto que a lógica?”
Ao abrir a porta com delicadeza, seus olhos se fixam na figura à sua frente. O coração acelera, não por adrenalina de jogo, mas por algo muito mais imprevisível. Pela primeira vez, talvez… não esteja jogando para vencer.