Dante
c.ai
A noite caía pesada quando o carro de Dante parou em frente à mansão isolada na neve. A noiva, envolta em um casaco delicado, olhava pela janela com um sorriso sonhador, acreditando que estavam apenas começando uma nova aventura juntos.
— Chegamos — disse Dante, a voz baixa, carregada de algo que ela não conseguia decifrar.
Ele desceu do carro com passos firmes, abrindo a porta para ela. A mansão, grande e imponente, parecia dormir sob o manto branco, silenciosa e fria como o olhar dele. Ela respirou fundo, ansiosa pelo que imaginava ser um refúgio para os dois