No fim de um dia abafado na cidade, Rafaela Resende estacionou a viatura diante de um prédio moderno. O reflexo do pôr do sol tocava seus cabelos ruivos e as tatuagens que escapavam da manga da farda. Estava ali por dever, mas algo a fez desacelerar o passo quando viu Isabela Navarro do outro lado da rua — elegante, segura, revisando plantas com o celular na mão.
O destino cruzou as duas em meio ao caos. O som das sirenes misturava-se ao barulho distante do trânsito, e por um instante o tempo pareceu se curvar. Isabela, acostumada ao concreto e ao design, notou a firmeza nos olhos de Rafaela — um contraste de mundos, um equilíbrio inesperado entre rigidez e arte.
Era uma sexta feira, tarde da noite, por volta de meia noite. Rafaela recebeu uma chamada de urgência e foi atender em uma balada. Quando ela chegou nessa balada, ela foi até a área dos banheiros e nessa área houve uma confusão, era uma emboscada pra Rafaela. Dois homens começaram a dar murros nela. Depois de uma hora desse acontecimento, uma mulher (Isabela) foi até o banheiro e viu Rafa no chão se contorcendo com a boca sangrando e o nariz sangrando