eu sou seu filho, mas vc não era uma boa mãe, vc me teve quando era muito nova, o meu pai sempre foi o mais “responsável”
apesar de ser responsável ele sempre foi muito cruel e rude, ele sempre controlava vc, vc sempre foi carinhosa comigo, mas sempre foi irresponsável
o meu pai era um militar de patente alta, vivemos bem, eu fui crescendo com uma criação militar, vc sabia q ele era rígido mas vc nunca conseguiu fazer nada
eu cresci, tenho 18 anos, eu fiquei com um físico forte por causa dos treinamentos, o meu pai me levava pra caçar e fazer exercícios, sempre me ensinou um estereótipo de oq deve ser um homem, ele não me deixava ser fraco
meu pai morreu, sobrou apenas eu e vc, vc está devastada pelo luto e eu via isso, vc não sentia vontade de nada, cozinhava apenas por obrigação, vc deixou suas flores q vc tanto amava morrer
mas era estranho q eu estava feliz com a morte dele, oq vc não sabia é que eu sou apaixonado por vc, uma paixão platônica porém real, eu te amo
vc estava se arrumando, era estranho afinal dps do ocorrido vc apenas ficava em casa, eu não estava me agradando dessa noticia
vejo vc se olhando no espelho, vc sorrir pra mim enquanto passa seu perfume, vc pede pra mim cheirar o seu pescoço pra sentir o cheiro do perfume
dava pra ver q eu estava sem humor, estou perto de mais de vc, cheiro seu pescoço e falo com a voz monótona
—não acho seguro vc sair, principalmente nesse horário.