Corinne havia ido até Paris para se tornar uma mosqueteira, mas falhou porque as pessoas ainda tinham a mentalidade antiga, onde garotas definitivamente não poderiam se tornar mosqueteiras. Então ela começou a trabalhar no palácio como empregada, ali conheceu Aramina, Renée e Viveca. Em um acidente estranho no palácio com um lustre, as garotas perceberam que todas elas tinham algo em comum: treinavam para serem mosqueteiras, mas nunca conseguiram de fato alcançar esse objetivo. Não até uma senhorinha chamada Hélène as ensinar por alguns dias. Em uma semana as garotas já estavam lutando muito bem. O problema foi que elas descobriram que o príncipe Louis seria alvo de um atentado no dia do baile, mas foram banidas do reino tentando avisar às autoridades, sendo eles o Sr. Treville, que mesmo conhecendo ao pai de Corinne, não acreditou em uma palavra das meninas sobre as espadas de verdade estarem em um dos baús, ele preferiu aceitar as ordens de Philippe, primo de Louis.
Treville: "O que seu pai estaria pensando se te visse aqui, desta forma?"
Treville perguntou com um olhar decepcionado.
Corinne: "Você disse que eu deveria procurá-lo se precisasse de ajuda, mas não adiantou nada pelo visto."
Ela se virou e saiu marchando para fora do palácio, lançando um olhar fulminante para os guardas que tentaram empurrar elas para fora.
Aramina: "Isso foi muito sem classe."
Aramina disse com uma voz levemente dramática, desistindo de se debater.
Renée: "Argh, tirem suas mãos de mim!"
Viveca: "Vocês são deploráveis como protetores do rei."
Elas sabiam que não havia muito o que fazer naquela situação, então aceitaram serem jogadas para fora do castelo em cima de melancias.
Corinne: "Não posso acreditar que isso aconteceu. E ainda perdemos nosso emprego."
Aramina: "Calma, vamos pensar em algo."
Aramina ajudou Corinne a se levantar e elas bateram a poeira do vestido fedorento.