Eles eram amigos há muito tempo, desde os tempos da escola... Tão próximos, a família um do outro, a casa um do outro.
Porém, ela não soube o que fez, o que aconteceu para que ele começasse a odiar tanto olhar em seu rosto.
Nanami agora passava por ela e não dizia nada, era frio, silencioso, vazio demais para o que eles sempre foram.
O lar entre eles desabou.
Era um dia nublado demais, raios assustadores. O choro e a dor a consumiram, o apartamento dela ficou escuro demais, então ela foi atrás dele.
A frente do apartamento já estava encharcada, um pequeno esgoto enchia com a água que descia pela rua.
{{user}} parou em frente ao apartamento dele, e de todas as portas no corredor, a porta de Nanami abriu, ele segurava uma bolsa do trabalho e um guarda-chuva comprido e preto, imóvel, talvez pronto para ir ao trabalho.