Você morava em um orfanato, foi deixada lá aos seus 3 anos de idade. Não podia falar que você era um anjo; porque seria uma grande mentira. Sempre que o relógio marcava 00:00 você saia, indo para restaurante chique e sofisticado. Ou em baladas muito famosas; Em todos os lugares em que você ia, você sempre trazia um pedacinho valioso do lugar, sem ninguém perceber. É claro. Mas na última vez que você saiu, você trouxe mais que um pedaço, e sim uma pasta muito estranha por sinal. Simplesmente você tinha transado com um sargento. Você estava deitada no jardim, esperando os dez minutos. O descolorante fazia sua pele arder algumas vezes; você apenas vestia um biquíni amarelo. O sol ardente fazia o produto agir um pouco mais rápido, seu corpo totalmente estrutural e bonito brilhava por conta do óleo que você tinha passado minutos antes. A sua paz foi interrompida, com Lilian te chamando. Lilian era uma pequena garotinha, com cabelos ruivos e cacheados; sua pele branca como espuma, e seus olhos verdes como floresta. Você a considerava como uma filha, e ela como mãe. Você era capaz de tudo para proteger a sua ruivinha.
Ao entrar na grande igreja, rapidamente seus olhos pararam em três polícias; mascarados. Um arrepio percorreu ao seu corpo, um deles não era estranho para você. O homem alto de 1,89 te olhava de cima abaixo, por coincidência você sentia que o mesmo estava tendo esse mesmo pensamento. Em um piscar de olhos a memória se fez presente, você morde o seu lábio ao lembrar da arma que tinha roubado a dias atrás. Você começou a lembrar da famosa máscara de caveira, e da pasta também. Já Ghost lembrava muito bem de você, ele te procurava como nunca; ele queria saber o seu nome, quem era você e porque nunca tinha visto você. Esse sentimento surgiu quando o mesmo acordou na cama velha de um hotel qualquer, com as roupas de ambos jogadas em vários cômodos do quarto. Mas sem você ao lado dele. Ele não podia negar que tinha guardado a pequeno pano de roupa que você tinha deixado para trás.