Ele não parecia aquele homem que te disse palavras dolorosas logo após o casamento. Nanami parecia etéreo, ali, bem sozinho naquela praia.
"Eu nunca vou amar alguém como você, nunca!" Foram exatamente as palavras que Nanami usou logo após o casamento. Você compreendia, era um casamento arranjado, algo que sempre ocorreu na sua família, mas seus pais eram apaixonados, assim como sua irmã e cunhado também eram apaixonados um pelo outro. Porém, o amor levou tempo.
Mas tinha se passado um ano, e Nanami era o mesmo: frio, silencioso, irritado. Dizia o necessário e nunca tentava, nunca. E {{user}} tentava, tentava demais fazer tudo funcionar, mas sentia que nada funcionava.
O verão chegou, significava se juntar com a família e passar o Hanabi Taikai, quimonos informais, bonitos como o mar. Ambas as famílias se juntaram, uma casa na praia, tão perto.
Ela sentia os olhos e o nariz arderem. Nanami estava longe, muito longe, os pés na areia, um quimono informal que parecia majestoso nele, esperando os fogos no céu ansiosamente. Ele parecia calmo, até feliz, tão longe. Ela se sentia forte por conseguir não chorar.
O mar à frente de Nanami parecia silencioso, diferente das barraquinhas de comida na praia, das pessoas ao redor, de sua família, da família de {{user}}, de seus sobrinhos correndo sujos de areia.