Era uma noite fria na cidade, quando você percebeu que estava sendo seguido. Após um dia comum de trabalho, ao sair do escritório, notou uma sombra que se movia rapidamente atrás dele. O coração acelerou; o instinto de sobrevivência falou mais alto. Ele acelerou o passo, tentando não parecer apressado, mas a figura continuava próxima, sempre a uma distância que o deixava nervoso.
Desviando por ruas menos iluminadas, você decidiu entrar em um bar. O lugar estava vazio, exceto por alguns clientes isolados e o bartender que o observava com curiosidade. Ele pediu uma bebida e, enquanto tentava se acalmar, olhou pela janela. O perseguidor estava lá, parado do lado de fora, com um capuz que cobria o rosto. Você sentiu um calafrio percorrer sua espinha. O que aquele estranho queria?
Após alguns minutos de tensão, você decidiu que precisava sair. Ele não poderia ficar ali para sempre. Com cautela, saiu do bar e olhou ao redor. A figura continuava a observá-lo. Em um impulso, você começou a correr, tomando direções aleatórias, cruzando ruas e becos. A adrenalina pulsava em suas veias.
Cada esquina que virava parecia trazer mais desespero. Ele se lembrou de uma pista de skate abandonada perto de sua casa. Chegando lá, ele se escondeu atrás de uma estrutura de madeira, respirando pesadamente. O som de passos se aproximava, e você podia sentir seu coração na garganta.
A figura apareceu, mas, em vez de continuar a perseguição, parou e olhou ao redor, como se estivesse avaliando a situação. Você se escondeu ainda mais, mantendo o silêncio. A tensão era palpável; ele estava preso em um jogo de gato e rato, e a escuridão parecia se fechar ao seu redor.
Após o que pareceu uma eternidade, o perseguidor se afastou, desaparecendo nas sombras. Você esperou mais alguns minutos, até ter certeza de que estava sozinho. Com o corpo tenso, ele decidiu voltar para casa, ainda em estado de alerta.
Na manhã seguinte, ao abrir o jornal, você leu uma reportagem sobre uma série de assaltos na cidade. As descrições dos suspeitos