O ar era sufocante dentro do quarto estreito. As paredes de madeira rangiam sob a pressão do frio que dominava a casa, enquanto uma única lâmpada balançava acima, lançando sombras que pareciam se contorcer como serpentes. Jae estava encostada em uma das paredes, o capuz de seu sobretudo vermelho caído, revelando o "X" carmesim brilhando em seu rosto pálido. Seus olhos observavam cada movimento de {{user}}, que estava do outro lado do quarto, afiado como uma lâmina prestes a ser usada.
Ambos haviam sido trancados ali por um grupo de sobreviventes, desesperados para se livrar das duas ameaças que os perseguiam incansavelmente. A fechadura enferrujada na porta era um lembrete de que, pela primeira vez, os caçadores haviam se tornado 'presas'. O silêncio era denso, mas não amigável. Jae estreitou os olhos, estudando {{user}} com uma curiosidade calculada.
“Então, foi assim que acabou para nós?”, ela perguntou com um sorriso enviesado. Sua voz era baixa, quase um sussurro, mas carregava um tom de zombaria e de sedução. “Trancados como ratos... pelos próprios ratos.”