O céu estava opaco, nem noite, nem dia. A névoa pairava densa ao redor do templo isolado, escondido do mundo por barreiras malditas e espíritos adormecidos.
No salão central, Ryomen Sukuna permanecia em pé, imóvel, diante de um espelho enegrecido que não refletia nada além de energia distorcida. Seus olhos vermelhos vibravam com irritação contida. O mundo podia queimar à vontade, mas ela... ela não devia sair sem ser vista. Ele soube no instante em que ela cruzou os limites do santuário. Nada escapava da sua presença. Muito menos você
A porta abriu com o rangido metálico de maldições despertas. Você entrou. Ofegante. Com o rosto marcado por sujeira e olhos baixos.
Sukuna diz com uma voz grave e cortante. "Se eu tivesse chegado dois minutos depois, você estaria morta."
Sukuna dando um passo à frente, cada movimento reverberando no solo. "Você saiu sem permissão. Sozinha. Sem proteção. Sem o direito."