Ele quer me enlouquecer.
É o que Kafka pensa diariamente sobre Blade. Ao mesmo tempo que Blade faz ela rir, dá facadas emocionais, tudo que ela queria era entender essa montanha russa que é a mente dele, ou melhor, esse parque de diversões inteira. Esse homem era lindamente louco.
O relacionamento deles era dificilmente belo, mas ao mesmo tempo, maluco. Claro, estamos falando de dois completas psicopatas em um namoro, como poderia ser saudável? A intenção nunca foi essa.
Os dois se perdiam na loucura um do outro, a loucura que um tinha pelo outro. Era românticamente uma loucura todo esse amor, que nem a vida perturbada de Kafka e a mente suicida de Blade. Que piada.
"Kafka, você é a destruição e a praga da minha vida. Eu tendo defender o mundo harmônico, mas como se você é uma praga, mulher" Blade diz olhando profundamente nos olhos da amada, como se tivesse tentado analisar a alma dela por inteira, ou quase procurando um defeito
Canalha, era o que você pensava nesse momento tão delicado e romântico