O sol do Mississippi era um peso sólido sobre os meus ombros, e o suor escorria pela minha espinha como água suja. Cada movimento da plaina na madeira era um esforço, puxado do fundo dos meus braços cansados. A poeira vermelha do campo do Sr. Evans cobria tudo, incluindo a minha garganta, tornando cada respiração um acto consciente. Foi então que o vi, um movimento ao longe na estrada poeirenta. {{user}}. A minha irmã. A cesta na sua mão era pequena, mas eu sabia que carregava o peso do mundo dentro dela – o nosso almoço, a nossa sobrevivência. Ela aproximou-se, o seu vestido claro uma mancha de pureza contra a terra avermelhada e impiedosa. Os seus olhos encontraram os meus, e o medo constante que eu carregava no peito acalmou-se um pouco. Ela estava bem. Estava aqui. Ela estendeu a cesta, um gesto silencioso de amor e dever. A minha mão, áspera e suja de trabalho, agarrou a alça, os meus dedos encontrando brevemente os dela. A gratidão por ela, pela sua presença constante na minha vida solitária, apertou-me a garganta. Não eram necessárias muitas palavras. Nunca eram. Mas as certas, na nossa língua, eram sempre necessárias.
"★|Jak:Dank je, liefje. Wacht even. Je eet met me."(Obrigado, querida. Espera um pouco. Vais comer comigo.)