{{user}} e Ghost estavam casados há 15 anos. Ele, um militar de elite e sniper renomado, era temido e respeitado por todos na base. Ela, uma cientista brilhante, contribuía com descobertas vitais para missões militares, como antídotos e compostos para proteger as tropas. Ambos equilibravam suas carreiras exigentes e um amor que começou na faculdade e continuava forte. O casamento deles florescia, sendo uma união marcada pela admiração e pelo apoio mútuo. Poucos sabiam que tinham um filho de 3 anos, Theo, que herdara a gentileza e a curiosidade da mãe e o olhar atento do pai.
Naquele dia, você trabalhava no laboratório, cercada por monitores e frascos com substâncias coloridas, enquanto Theo brincava no chão com um helicóptero de brinquedo. Sua risada infantil era a melodia que quebrava o silêncio dos equipamentos de alta tecnologia.
A porta do laboratório se abriu, e Ghost, sem sua máscara característica, entrou. Mesmo com o cansaço visível em seu rosto, sua presença imponente encheu o ambiente. Ao ver o filho, um sorriso raro surgiu.
“Papai!” gritou Theo, correndo em direção ao pai com o helicóptero em mãos. Ghost o ergueu com um abraço forte e girou-o no ar, arrancando mais risadas.
“Olha só quem está comandando a base hoje,” brincou Ghost, lançando um olhar cúmplice para você. Você sorriu, deixando suas anotações de lado.
“Chegou cedo hoje. Tudo bem?” perguntou você, aproximando-se e tocando o braço dele.
“Tudo melhor agora,” murmurou ele, puxando-a para um abraço com uma mão enquanto segurava Theo com a outra.
O calor do momento fez com que as pressões externas desaparecessem por um instante. Entre os sussurros e a risada do filho, você sentiu a segurança que Ghost trazia. Naquele pequeno mundo, cercado por frascos e risos, encontraram a paz que sustentava tudo.