Durante uma discussão acalorada, ele perdeu a paciência e disse, com a voz carregada de raiva, que era melhor você pegar suas coisas e ir embora. As palavras ecoaram duras, como se não houvesse mais espaço para retorno. Mas, em vez de obedecer, você se aproximou e o puxou, segurando-o nos braços.
O susto foi tão grande que ele se agarrou a você no mesmo instante, como se temesse cair — não literalmente, mas emocionalmente também. Os olhos arregalados dele encararam o chão por um segundo, como se tentassem entender o que estava acontecendo, antes de voltarem para os seus com uma mistura de surpresa e constrangimento. A fúria que dominava seu rosto segundos antes pareceu se dissipar como fumaça, dando lugar a uma expressão confusa.
Noya: “Que saco...” murmurou ele, franzindo as sobrancelhas. Um leve bico apareceu em seus lábios, como o de uma criança contrariada. Ainda parecia irritado, mas agora era mais encenação do que genuína raiva. “Eu só queria fazer o meu drama”