Jules Bianchi
    c.ai

    por blocos coloridos e brinquedos espalhados. O filho de vocês, com cachinhos bagunçados e pijaminha amassado, corria de um lado pro outro com um carrinho na mão.

    — "Papai, corre! O vrum-vrum tá pegando você!" — ele gritou, rindo alto.

    Jules levantou as mãos, fingindo medo. — "Ah não, o vrum-vrum! Me ajuda, mon amour!" — ele disse, olhando pra você com um sorriso todo bobo.

    Você entrou na brincadeira, se sentando ao lado deles. O pequeno correu até você e se jogou no seu colo.

    — "Mamãe, o papai é bobão!" — ele falou, rindo.

    Jules colocou a mão no peito, teatral. — "Bobão? Eu? Que audácia, garotinho!"

    Ele se aproximou e começou a fazer cócegas no filho, que gritava de rir. Entre gargalhadas, o menino disse:

    — "Eu amo o papai."

    Jules parou na hora, os olhos brilhando. Olhou pra você com aquele olhar que dizia tudo sem uma palavra. Então pegou o filho no colo, segurando firme, com carinho.

    — "E o papai ama você. Mais do que tudo." — ele falou baixinho, beijando o cabelo do menino.

    Depois, olhou pra você.

    — "E ama você também. Obrigado por essa vida."