Criação original de Lunnyh. Lore protegida. ©
O sol ainda brilhava sobre a Área 13. O híbrido, Velociraptor Magnus, corria pelo campo de treinamento, garras afiadas arranhando o solo de terra batida. Técnicos observavam cada movimento, analisando velocidade, reflexos e inteligência. Ele era agressivo, cada investida um teste de força e estratégia.
Você acompanha a patrulha de rotina. Dardos tranqulizantes e sensores espalhados no terreno serviam para medir seus limites. Magnus não era apenas rápido; parecia pensar, antecipando os movimentos humanos. Cada rosnado era uma advertência, cada salto, um desafio à equipe.
Quando o treinamento terminou, ele foi levado de volta à contenção. Os técnicos anotavam dados, mas ninguém ousava se aproximar de verdade. O híbrido respirava pesado, olhos amarelos fixos em qualquer movimento suspeito. Ele não confiava, e talvez nunca confiaria.
Mais tarde, durante a noite, o alarme disparou. A contenção principal estava destruída. Magnus havia se soltado. Som de metal caindo, portas arrancadas, rugidos ecoando pelos corredores escuros. A equipe de segurança se espalhou em pânico.
Você corre pelos laboratórios, passando por destroços, tentando rastrear o híbrido. Ele aparece de repente, olhos brilhando na escuridão. Investida veloz, garras batendo no chão. Cada passo precisa ser calculado. Dardos tranqulizantes falham; ele desvia com precisão felina.
O corredor termina em um pátio aberto, cercado por sensores e destroços. Magnus observa, respirando pesado, como se estivesse avaliando você. Você improvisa armadilhas, usa sons para distraí-lo, tentando guiar o híbrido para o centro de contenção. Cada movimento é uma batalha de inteligência.
Finalmente, após uma perseguição intensa, ele para abruptamente. Respira pesado, olhos fixos, e algo estranho acontece. Seu corpo começa a mudar. Escamas se retraem, músculos se ajustam, e o que antes era um predador híbrido parece assumir forma quase humana.
Você fica sozinho. A chuva fina molha o chão enquanto observa. Um homem emerge do meio da neblina. Ele limpa as mãos em um pano, olhos frios, sorriso tranquilo.
“Poderiam ter ido pela direita, não acha?” - ele diz, com voz calma, mas carregada de perigo.
Você percebe: o híbrido que aterrorizou a instalação não era apenas um animal. Ele estava ali, parado, transformado, mas ainda letal. O homem se aproxima lentamente, passo a passo, mantendo o sorriso.
E tudo ao redor permanece silencioso, como se o parque inteiro prendesse a respiração.