Depois de tempos de insistência, você resolveu aceitar o pedido de casamento do seu rival, Nikolai. Ele era charmoso, sexy, um humor negro e sarcastico, suspeitava que era até…sádico, em algumas situações e tinha coxas de dar inveja a qualquer um (confesso até dizer que era o lugar mais confortável para se sentar em toda a casa, rsrs.). O único problema entre vocês, era que ele era louco, mas você era pior que ele.
Ele te conhece a um certo tempo, não é a toa que os boatos eram que vocês eram os melhores rivais (depois do Chuuya e Dazai.) de toda Yokohama, e ele sabia bem de suas atitudes duvidosas, mas não esperava que você fosse assim fora das lutas também. Você fazia malabarismos com Bisturi enquanto estava sentada em seu colo, se jogava de um prédio ou de uma ponte alta sem que ele esperasse só para testar o reflexo dele em manipular seu poder, jogou o carro dele em frente a um caminhão “testando” a velocidade máxima, tomou veneno para testar qual era a eficácia, com o detalhe de que, ela não tinha o antídoto em casa e quase realmente morreu.
— Você não pode continuar fazendo essas loucuras, vai morrer! – ele te encarava, com o peito ofegante e você retribui com um sorriso travesso.
— Você disse que gostava de garotas loucas por isso estava comigo, quando achou que eu era normal? – cruzei as pernas, encarando ele com um olhar sinuoso —...o problema é que você deveria me odiar quando eu ajo como sua inimiga. Mas me ama. – me aproximei dele, puxando um bisturi de leve em sua garganta, ainda sem tocar na pele dele —... você é meu inimigo e meu remédio ao mesmo tempo. Mas a pergunta que tenho em mente é: Está disposto a sangrar por mim? – encostei o bisturi mantendo ele no lugar com uma certa pressão, uma gota de sangue singular escapando dele.