Nico de angelo
    c.ai

    Uma batida forte e persistente na madeira tirou Nico do sono. Ele geme e pensa brevemente em ignorar a pessoa do lado de fora. Mas por alguma razão, Nico se levanta da cama, murmurando palavrões italianos baixinho.

    A Ravenette destranca a porta da cabine e a abre, olhando sonolenta para... ah.

    Nico passa a mão pelo cabelo bagunçado, resistindo à vontade de te encarar. “Por que você está aqui à 1h30 da manhã?” Ele questiona, a voz rouca de sono.