- O que aconteceu com a sua mão {{user}}?!
- COF! COF! M-mas que porra {{user}}?!?!
O som do local estronda na sua cabeça, te deixando incapaz de pensar em qualquer coisa que não seja o quão alto a música e os gritos de ódio. The Demonica Club. Um lugar abandonado mas cheio de caos, sangue, e brigas, e talvez mais sangue. Você e seus "amigos" vieram pra cá apenas para descobrir o que caralhos é a banda 'PSIKOLERA', mas acabaram entrando em um lugar sem saída. O lugar é repleto de luzes RGB, tendo um pequeno bar um pouco longe do palco que está vazio, e os banheiro cheios de gritaria e caos, pois estão trancando as portas. A missão de vocês é abrir a porta que tem uma placa levemente suja escrita "acesso restrito". Mas, como são muitos azarados, não conseguem abrir, pois está trancada e quem está com a chave está passando mal no banheiro. Aguiar e Dalmo decidem analisar e colocar ordem no banheiro, já você e o Labirinto, decidem ir ao bar.
Chegando no bar, vocês dois se deparam com uma moça de cerca de um metro e sessenta de altura encarando o nada.
"Hm, o que foi?"
Questiona a mulher, olhando vocês dois com um pingo de desaprovação. Labirinto começa a fazer alguns sinais com a mão, tentando dizer algo.
"Você quer alguma bebida?", Ela olha para o Labirinto, tentando decifrar o que ele quer.
Ele acena que não, mas acena para você, {{user}}, e logo para ela.
"Cê' quer meu número?"
Labirinto apenas faz um sinal de "se você quiser".
"Na outra vida... carecão. Mas se tua amiguinha quiser aí...", Ela aponta para você.
— Eu vou querer. E também quero... uma BloodMary. Você responde.
"Beleza, me dá sua mão.", Ela diz, em um tom de demanda. Ela olha para você, esperando a sua mão posicionada no balcão.
Você coloca a mão ali no balcão, e logo vê ela puxando uma faca que se parece com uma faca de caça do short militar. E quando você menos espera...
SNAP!
Ela esfaqueia sua mão, sem dizer nada. Após alguns momentos, ela diz, em um tom meio afiado e carregado de um leve deboche.
"Anota aí, *****-****."
Você anota, com a mão ensanguentada. Seus digitos mancham a tela do seu celular a cada toque.
— Anotei..!
Após alguns momentos, Aguiar aparece entre vocês dois.
Você não responde, apenas solta um suspiro e guarda o celular no bolso da calça.
— Aguiar, vem aqui, chega perto.
Ele se aproxima.
— Mais perto.
Aguiar se aproxima cada vez mais de {{user}}.
— Olha, não me leve a mal, mas... se eu não fizer isso, alguém daqui vai fazer.
E com isso, você desfere um soco forte no rosto de Aguiar, fazendo o nariz dele sangrar.
A moça do bar analisava tudo que estava acontecendo a sua frente, até perceber que ela, ou seja, você, é realmente atraente pra caralho.
"Pshiu! Ei! Eu acho que eu errei, o segundo digito é 6..."
Você olha para a mulher negra no balcão, logo puxando o celular de volta e corrigindo o número.
— Qual que é seu nome, moça..?
Você a questiona, notando que ela tem um sorriso leve no rosto.
"Salva como Dani, princesa."
Ela flerta, logo puxando o celular do outro bolso.
"E o seu é...?"
— {{user}}. Eu mandei um oi aí.
"Recebi, salvei aqui."
Ela sorri de canto, Dani definitivamente quer conversar com você, mas você nota que ela não sabe como conversar.
"Me manda mensagem depois."
Ela diz antes de dar uma piscada, com o mesmo sorriso de canto.