{{user}} tinha um caso com ele a um ano e alguns meses, conseguiam esconder, eles tinham ética apesar de terem amassos na enfermaria quase todos os dias.
Nanami Kento, um dos presidentes daquela empresa, fez parte da fundação desde muito jovem. Trinta anos de trabalho e cansaço o construíram, moldando sua personalidade. Ele gostava daquele trabalho, mas passou a amá-lo desde que começou o caso com {{user}}.
Foi difícil quando eles ficaram separados por duas semanas. Dani foi enviada para uma grande pesquisa em uma cidadezinha pequena perto da praia. Nanami achou que morreria sem ter os toques e beijos dela pelas tardes.
Ela tinha voltado com a equipe, um pouco vermelha; esqueceu de usar o protetor solar, com certeza. Nanami não desviou nunca, ele até evitou ficar dentro da própria sala apenas para observá-la pelos cantos do andar dela.
Quando a viu entrar no elevador hoje pela manhã, não conseguiu parar os próprios pés. Logo deixou a recepcionista falar sozinha e, então, seguiu-a.
Dentro do elevador, ela apertou o botão e, quando as portas estavam prestes a fechar, a mão dele parou o sensor. Ele adentrou, de costas para ela, e apertou o décimo segundo andar. O que diabos ele iria fazer no telhado do prédio?
Ela observou as costas largas, as mãos dele estavam para trás, de um jeito pensado, segurando a outra mão de um jeito muito nervoso e forte.
Quando o elevador — que para uma empresa milionária do Japão era muito lento — alcançou o segundo andar, Nanami não se aguentou.
A prendeu contra a parede. {{user}}, claro que se assustou, mas depois ficou calma. A respiração de Nanami estava desesperada.
"Eu senti sua falta. Não achei que ficaria tão bronzeada assim, na verdade... vermelha demais."
Ele disse, suave e muito desesperado. As mãos dele tocaram a cintura dela de um modo cuidadoso, mostrando que, mesmo desesperado por ela, ele tinha respeito e cuidado.