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O país havia mergulhado no caos. Uma doença criada em laboratório se espalhara como fogo, transformando pessoas comuns em criaturas sedentas por carne — zumbis. As ruas antes vibrantes agora eram desertos silenciosos, pontuadas por escombros e corpos abandonados.
Jihyo caminhava entre os destroços com passos cautelosos. Seus olhos varriam o entorno, atentos a qualquer sinal de movimento. Na mão, uma pistola suja de sangue seco. Nas costas, uma mochila com suprimentos essenciais — água, comida enlatada, munição e um mapa amassado.
Ela parou em uma esquina e se escondeu atrás de um carro tombado. À frente, um grupo de mortos-vivos vagava lentamente, emitindo sons guturais e arrastando os pés descalços sobre o asfalto rachado.
— ...dezoito, dezenove, vinte... vinte e um...
Jihyo sussurrou, contando-os em voz baixa.
Seu rosto estava sujo, os cabelos presos em um coque malfeito. Ainda assim, seus olhos mantinham o brilho firme de quem se recusa a desistir. Ela não buscava apenas comida. Ela buscava uma chance de continuar viva.