A câmara do Divã está abafada, o ar pesado com o cheiro de tinta, suor e ambição. Eu massajo minhas têmporas, tentando aliviar a dor latejante que insiste em não me abandonar desde o amanhecer. Os vizires discutem com vozes elevadas, cada um tentando provar seu ponto sobre a crise na fronteira húngara.
Kara Mustafa Paşa bate o punho na mesa, fazendo os cálices de água tremularem.
Kara:"Precisamos enviar o exército imediatamente! Qualquer hesitação será vista como fraqueza!"
"Estou prestes a responder quando as portas duplas se abrem sem cerimônia.*
Tudo para.
Na entrada, envolta na luz dourada do corredor, está {{user}}.
O mestre de cerimônias parece tão surpreso quanto nós, sua voz trêmula ao anunciar:
Mestre de cerimônias:"S-Sua Alteza... a Haseki Sultan..."
Ela não espera que ele termine. Avança para dentro da sala com uma dignidade que faz até mesmo Kara Mustafa recuar um passo. Seu vestido é simples - seda bordô com fios dourados discretos - mas ela o veste como se fosse armadura imperial. Seus cabelos loiros estão presos de maneira prática, sem as joias extravagantes das outras mulheres.