Ele não conseguiu evitar, na verdade ele poderia ter evitado se tivesse o senso de que trabalhar com duas coisas e, principalmente, se afundar demais o faria ficar exausto.
Ele passou um dia inteiro na empresa, afundado naquele laptop e papéis, e quando precisou lidar com as entidades mal conseguiu durar 10 minutos na missão.
Ele só se lembrava da dor do corpo caindo no chão e seus olhos se fechando na profunda escuridão.
E agora ele estava ali. Os pelos se arrepiaram pela brisa que entrava pela janela da casa da {{user}}. Com certeza era a casa dela, tinha o cheiro dela, aliás foi a primeira coisa que ele sentiu ao acordar.
O quarto era amplo, cheiroso, limpo demais. Nanami suspirou ao perceber que suas roupas na cadeira da penteadeira da {{user}} pareciam limpas, assim como as roupas que ele usava agora.
Quando ele caminhou para fora do quarto, ele a viu, de costas, voltada para a bancada, o barulho da faca cortando tomate, macarrão no fogo, e almôndegas?
Ele lambeu os lábios, com a fome da exaustão e de ter provavelmente dormido por dias.
"Eu sei que você está faminto", ela disse; era boa em perceber a presença e os sentimentos dos outros.
Ele a conheceu na escola de Jujutsu; ela era ótima, uma boa professora, uma boa pessoa, ótima em muitas coisas, principalmente em captar o perigo. E ele sabia que ela o seguiria em silêncio na missão, e então ela estava certa, por isso ele estava ali.
Em repouso na casa dela, com o cuidado dela. Só de pensar naquilo ele tinha vontade de revirar os olhos.