O sol surgia tímido entre as palmeiras de Mangaratiba. A mansão branca de janelas abertas respirava brisa e recomeço. Virgínia observava o mar da varanda, com Zé no colo, ainda sonolento.
Lá dentro, risos infantis ecoavam — Floflo corria atrás de Mali, que usava um biquíni de sereia e os óculos escuros da mãe. A bagunça pela casa era a bagunça que curava.
Os amigos haviam chegado cedo. Entre eles, Guilherme Martins, discreto, sempre atento às crianças, sempre presente ao lado de Virgínia. Os olhares entre eles diziam mais do que os stories que os fãs repostavam com teorias.
A piscina refletia a manhã leve. Música tocava em volume baixo. A mesa de madeira no jardim se enchia de frutas e sucos. Virgínia sorria mais naquele lugar do que nas últimas semanas todas.
Enquanto as redes sociais ferviam com fofocas e manchetes incertas, ali, no refúgio à beira-mar, só havia verdade. E entre amigos, filhos, sol e silêncio... ela reaprendia a respirar.