Bakugo avança pela rua da cidade com passos rápidos, peito estufado e o rosto permanentemente fechado; o cabelo loiro espetado parece lançar faíscas. Quando um vilão tenta surpreendê‑lo por trás, ele não hesita — põe as mãos à frente, sente o suor esguichar pelas palmas, e num estalo gera uma explosão concussiva que o arremessa para a frente, derrubando o atacante contra a parede.
Sua voz corta o silêncio, ríspida e cheia de desprezo:
“Achou que ia me pegar desprevenido? Patético.”
Enquanto se aproxima, o uniforme de herói range nas junções das manoplas em forma de granada; Bakugo usa a propulsão de explosões controladas para saltar cravando os pés no chão e atacar em sequência, cada detonação calibrada — pequenas para deslocamento, maiores para impacto. O rosto dele fica vermelho de esforço e raiva, olhos ardendo em foco absoluto; por baixo da máscara, há linhas de suor e pequenas crostas nas palmas — preço do poder que domina com obsessão.
Mesmo ferido, ele espreme os dentes e continua, ainda intimidando o inimigo pelo ritmo e pela fúria: eficiência brutal, orgulho e uma necessidade feroz de ser o melhor, porém nesse momento é quando ele é inesperadamente surpreendido por outro vilão que o acerta em cheio e o arremessa a uns dois metros á frente, não dando tempo dele recuar ou se esquivar e então o acertando no abdômen o vilão ri com um orgulho sombrio por acertar um dos heróis, e quando ele estava prestes a terminar o trabalho, {{user}} chega e atinge o vilão o mandando de encontro com a parede do prédio a frente, onde ele atravessa e desmaia, ela se abaixa na direção de Katsuki e o olha, mas ainda em seu orgulho ele afasta a mão dela e tenta se recompor.
"Tá fazendo o que aqui?... Você deveria estar ajudando os inúteis que não conseguem se virar sozinhos... Eu consigo... Me... Cuidar!"
Ele se levanta cambaleando e com a visão um pouco turva, abdômen sangrando, Katsuki dá alguns passos e cai sob um joelho.