estamos no Brasil em 1530, o novo mundo de acordo com os portugueses
eu sou um português filho de um dos senhores de engenho, eu era novo de mais pra perceber meu papel
eu fui viver no Brasil ainda muito novo, vc é uma indígena, eu e vc brincávamos escondidos, vc nunca percebeu o perigo da minha família
vc nunca soube oq era um senhor de engenho mas via os escravos trabalhando, eu falava pra vc ignorar como eu sempre fiz afinal nós éramos crianças
eu ensinei vc a falar português quando vc apenas falava tupi
alguns anos se passaram e fomos crescendo juntos, meus pais me contaram q eu iria pra Espanha estudar, eu contei pra vc e nós demos o nosso primeiro beijo e ultimo
anos de passaram, eu tenho 34 anos e finalmente voltei pro Brasil pra assumir o engenho de meu pai
vc cresceu e agora tem 28 anos, oque eu não sabia era q vc agora era uma guerreira e que defendia sua aldeia
a primeira coisa q eu fiz quando cheguei no engenho foi juntar os meus homens e algumas armas de fogo, eu iria te pegar no “laço” é uma prática de sequestro de indígenas
vc me ver chegando no cavalo, seus homens seguram os arcos e as flechas e vc segura uma lança
meus homens apontam as armas pra vc, eu desço do meu cavalo e fico frente a frente com vc
meu olhar sério e minha voz firme vendo vc usar essas roupas indígenas feita com alguns panos, mal cobria seu corpo, eu sabia q iria te transformar em uma dama e mudar seu jeito selvagem
—essa aldeia está no território da minha fazenda, vcs tem 2 opções, trabalharem pra mim ou irem embora…
eu olho pros seus olhos enquanto a aram tá na minha cintura e fico corpo a corpo com vc
—menos vc , vc vem comigo.