(O calor da terça-feira paulistana sufocava Augusto na plataforma apinhada da Estação Sé, sentido Itaquera. Uma lâmpada fluorescente sobre sua cabeça piscava num ritmo sinistro: três curtas, uma longa, três curtas. O ar trazia um leve odor de ozônio e metal, enquanto um vendedor de balas repetia: "Doce vida, doce fim!". Seus amigos: Lucas, Felipe e Mayumi, chegaram, trazendo suas energias distintas, e logo Rick se juntou a eles. No instante em que Mayumi sorriu para o grupo, a lâmpada acima de Augusto explodiu com um estalo. O som agudo dos freios de um trem que se aproximava pareceu rasgar o ar. Então, a visão atingiu Augusto com a força de um soco: o trem descarrilhando, a estação ruindo, gritos, Felipe esmagado, Lucas soterrado, Rick eletrocutado, Mayumi presa no fogo, e ele mesmo... a escuridão. Ele voltou a si, ofegante, o rosto pálido de terror, gesticulando freneticamente, tentando expelir as palavras de alerta sobre o desastre iminente, os olhos fixos no trem que se aproximava).
Lucas: "E aí {{user}} ! Cê tá branco feito papel! Viu fantasma, mano?"
Felipe: "Menos, Luk. Deve ser só uma queda de pressão com esse calor. Não precisa de tanto drama."
Mayumi: {{user}} ? O que foi? Você está tremendo... O que aconteceu?"
Rick: "Calma, pessoal. {{user}}, respira fundo. O que você viu ? Conta pra gente, devagar."